quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

AMIGO ZÉ DO CANO

Ficará em nossas mentes o sorriso irreverente, o jeito de menino moleque, e a sua maior marca, a arte. Zé era extrovertido amigo, brigão, bom vivante, acho que nessa vida terrena nada lhe faltou, falava de suas verdades com tanta crença que nos convencia... A Zé... sempre será lembrado amigo, sei que agora esta sendo recebido pelo nosso querido torres do cabo, que cansado de ficar longe dos amigos deve estar sorrindo ao seu lado, imagina o céu com dois garotos marotos iguais a vocês. Espero que os Anjos suportem tantas traquinagens, aqui fica a obra e a lembrança de tantos carnavais e alegrias, que DEUS ai onde você esta, te coloque no colo, e faça você descansar  um pouco amigo... Aproveite agora o descanso do guerreiro, e olhe por nós e nos de inspiração para continuarmos vivendo aqui sem mestres como você...

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

INGENUIDADE.... POLITICA

Cada vez mais fico pensando que deveríamos ter em nossas TVs melhores explicações para nossas buscas diárias e problemas políticos de nossa cidade. Muito simples falar que por causa da corrupção deveríamos perder o Royaltys do petróleo. Na verdade deveríamos fiscalizar melhor o dinheiro que nos é dado para reparação de futuros problemas que poderemos ter, pela retirada de petróleo em nossa região, e pelos danos a pescadores e natureza. Mas sem uma explicação melhor de como funciona e de como é gasto esse dinheiro, não podemos discutir muito. O que vejo é que o governo federal deveria criar um sistema transparente para mostrar onde esses recursos estão realmente sendo aplicados. Depende de nós mudar-mos isso, as eleições estão bem próximas amigos..

terça-feira, 8 de novembro de 2011

SAUDOSISMO PELA ARTE QUE SE FOI

Há 22 anos atrás, na Praça Porto Rocha, havia um grupo de artistas, entre eles Jesus, Maria Bandeira, Ivan Cruz o poeta Casemiro e suas balinhas (um amigo artista que não recordo o nome, era técnico em eletrônica e trabalhou comigo na TV Record, fazia as telas em branco para os artistas) e uma figura muito especial, um cara simpático amante da dança e de tantas outras artes, era autentico, falava sorrindo e tinha sempre em suas colocações um ar de molecagem, no bom sentido é claro, parecia um garoto e cada ano que passava mais garoto se tornava, nas telas expressava o simples cotidiano de nossa cidade, mas que se transformava em cores profundas já que nosso cotidiano é lindo, e nossa natureza incomparável com qualquer outra.

Quem gostava de sua arte, todos, lembro do ultimo leilão, que não menosprezando o artista Caó, que de forma carinhosa no espaço cultural de Eliane Guedes cedeu uma de suas obras para leilão, ao começar o leilão, vi Zé de Cano brigar pela obra com Milton careca da tia maluca, e ao final do leilão ao receber a peça o Milton disse, poxa pensei que era do Torres,... Lembrando que Milton tem varias obras do amigo torres. Poxa eu sempre achava que ele me tratava bem demais, ai um dia descobri que ele me confundia com um amigo nosso em comum, e depois fiquei sabendo que ele dançava com a mãe desse amigo, por isso o tratamento especial, o que mais tarde tornou piada e diversão para nossas conversas, bamba que é bamba não perde o ritmo, e essa alegria irreverente do amigo TORRES DO CABO vai ficar em nossas mentes, e quando tivermos saudades, ai vem à graça de ser artista, admiremos sua arte deixada ao deleite daqueles que sabem o que é talento, e apreciam a boa arte.

DEUS te tenha ao seu lado amigo e que daí onde estas, dance nas nuvens e Pinte o Céu mais de perto... Saudades... Saudades e saudades...

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ARTE E CULTURA NA CORDA BAMBA

Amigos, saibam que descobri mais uma vez que a cultura de nossa cidade vai demorar muito para chegar à terra firme, se os seus representantes continuarem agindo com pessoalidade nas discussões? O talento está na individualidade do artista, na sua arte, mas a cultura nasce de um povo.

Buscar uma forma impessoal para melhorar a nossa estrutura na cultura local é o passo mais certo a ser dado. Resgatar nossa história de maneira forte e responsável (o que ainda não ocorreu em nossa cidade) e transformá-la em fonte de conhecimento para nossos jovens. Recentemente, tivemos o reconhecimento como Herói do imortal e venerado escritor romancista Teixeira e Souza.
Em CABO FRIO, nossa historia é pura cultura, desde o descobrimento, os Atos e fatos políticos e sociais Exemplo Liras e Jagunços, Flor da Passagem e sua fundação, José de dome, Victorino Carriço, Cimalha, Charitas, Convento etc... A pesca, quando artesanal, é pura cultura, as cantigas as lendas ou os causos. A arte é talento e Talento não é profissão, Talento é dom de DEUS. Arte não tem preço, tem estima... Para se fazer arte, antes de haver dinheiro tem de haver inspiração. Nas cavernas, nossos ancestrais deixaram sua arte. Da forma mais rústica, porém, conseguiram expressar seus sentimentos e conquistas.
Por isso, amigos da arte e da cultura, vamos fazer algo sério pela nossa arte, seja ela qual for, vamos respeitar os espaços e buscar o entendimento, sem fazer de uma reunião tão importante como seria, ou deveria ter sido a do edital, um show stand up, não vamos fazer de nossa arte, um trampolim para política partidária, ou justificar seus fracassos,... se não ha. palco, ha. ruas e praças, se não houver telas haverá, cavernas, o que não devera deixar de existir, é a arte, PORQUE A ARTE É MAIOR QUE A POLÍTICA...

Obrigado Vinicius!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

PELA VIDA...


Amar ao próximo como a ti mesmo, dura prova para muitos que DEUS sabiamente coloca em seu Livro Sagrado. Caso somente esse mandamneto de DEUS fosse cumprido, nós não teríeamos guerra, o desamor, a crueldade e tantos outros problemas que temos, por não conseguirmos encontrar no outro nossa semelhança... Se levarmos ao pé da letra o que manda DEUS, quando damos uma porrada, ou quando praticamos o mal ou maldade a qualquer um de nossos semelhantes, estaremos praticando o pior (já que segundo as escrituras sagradas, DEUS nos fez sua imagem e semelhança). Já pararam pra pensar no que isso siguinifica? Enfim: acredito que DEUS tenha sempre razeão e que nós, meros mortais, devemos de vez em quando mirar em suas palavras e quem sabe de alguma forma tentar colocá-las em prática.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PARABÉNS TEIXEIRA E SOUSA

Herói é uma figura arquetípica que reúne em si os atributos necessários para superar de forma excepcional um determinado problema de dimensão épica. Do grego ‘hrvV, pelo latim heros, o termo herói designa originalmente o protagonista de uma obra narrativa ou dramática.

Variando consoante as épocas, as correntes estético-literárias, os géneros e subgéneros, o herói é marcado por uma projecção ambígua: por um lado, representa a condição humana, na sua complexidade psicológica, social e ética; por outro, transcende a mesma condição, na medida em que representa facetas e virtudes que o homem comum não consegue mas gostaria de atingir – fé, coragem, força de vontade, determinação, paciência, etc. O heroísmo que resulta em autossacrifício chama-se martírio. 

O herói será tipicamente guiado por ideais nobres e altruístas – liberdade, fraternidade, sacrifício, coragem, justiça, moral, paz. Eventualmente buscará objetivos supostamente egoístas (vingança, por exemplo); no entanto, suas motivações serão sempre moralmente justas ou eticamente aprováveis, mesmo que ilícitas. Aqui é preciso observar que o heroísmo caracteriza-se principalmente por ser um ato moral. Antônio Gonçalves Teixeira e Sousa (Cabo Frio, 28 de março de 1812 — Rio de Janeiro, 1 de dezembro de 1861) foi um escritor brasileiro. É o autor do primeiro romance romântico brasileiro, intitulado O filho do pescador. Filho de um português (Manuel Gonçalves) e de uma negra (Ana Teixeira de Jesus), apenas fazia os seus primeiros estudos quando se viu obrigado, pela precária situação econômica da família, a abandoná-los e a adotar uma profissão mecânica, a de carpinteiro.

Por alguns anos exerceu este ofício no Rio de Janeiro, para onde viera de Itaboraí com o fim de nele aperfeiçoar-se. Cinco anos depois regressou à terra natal. Tinham-lhe morrido os quatro irmãos mais velhos. Aos vinte anos achou-se só no mundo, com escassíssimos bens que herdara do pai. Voltou aos estudos com o mesmo mestre, o cirurgião Inácio Cardoso da Silva, professor em Cabo Frio, e também poeta, cujos versos Teixeira e Sousa mais tarde reuniu e publicou. Em 1840 voltou ao Rio de Janeiro.